Gente antes de tudo desculpa ta? A ultima receita que postei (para ninguém, diga-se de passagem) foi há quase dois meses. Motivos pelo menos para mim não faltaram...
Cansaço...
Trabalho no escritório frenético incluindo viagem
Mudanças no trabalho, incluindo no time
Presente de aniversário de casamento... Peraí! Vc deve se perguntar o que o presente deve ter com as calças... Isso não seria uma boa desculpa se o tal do presente não fosse um Wii! Quem me conhece desde criança sabe que graças ao meu pai sou viciada em videogames. Minha irmã bem sabe coitada.
E por último porém não menos importante o calor... Não da para ficar na cozinha com o calor que anda fazendo nesta cidade...
Porém esta semana ganhei duas armas de grande valia e me fizeram lembrar como é legal e tenho quase certeza de que isso é o que eu quero para mim porém não tive a falsa impressão de que será fácil nem de que sei muito. Penei para usar facas e bater gemas com açúcar sem a minha amiga kitchenaid. Meus posts de retorno à cozinha serão triunfais. Voltei a boca do fogão nada mais nada menos que na cozinha com Roberta Sudbrack. Sim a chef do ano!
Pretendo colocar em pratica algumas das receitas que aprendi lá a partir de amanhã... Veremos...
E a segunda arma em punho, ou melhor na ponta dos dedos, é esta que uso para vos falar. Meu maridão comprou uma maquininha linda para o seu trabalho e eu poder ajudá-lo e de rebarba não preciso ficar mais no calor com meu Mac para pensar em textos deliciosos. Posso fazer do aconchego da minha cama. Phoebe agradece!
Espero amanhã estar volta ao blog. Se o freela, a cozinha e o Mario Galaxy deixarem. Ah, além disso tudo estou lendo Eclipse pela terceira vez, porque eu também sou menina!
Bacci mille!
Luca
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Ai ai
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Meu blog tadinho de tão abandonado. Prometo que vou voltar a escrever algo aqui volta e meia. O problema é, ta tudo tão corrido e as ferias estão por vir e vai ser a oportunidade perfeita!
Enquanto isso fica a sugestão para quem quiser ver um filminho legal bem Sessão da Tarde:
Lua Nova! Trilha sonora muito legal. Levei todas as seguidoras que fiz para verem comigo. Frisson na sala mulherada gritando horrores. Preciso ir ver de novo!
Besos
Enquanto isso fica a sugestão para quem quiser ver um filminho legal bem Sessão da Tarde:
Lua Nova! Trilha sonora muito legal. Levei todas as seguidoras que fiz para verem comigo. Frisson na sala mulherada gritando horrores. Preciso ir ver de novo!
Besos
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Muffin de Banana com chocolate
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Gente, quando faço esta receita lá em casa é muito, mas muito difícil sobrar um para contar história. Já aconteceu de fazer uma fornada e nem provar... Campeão de audiência e ótima maneira de salvar bananinhas...
Muffin de Banana com chocolate
(do livro Nigella Express)
250g de farinha
100g de açúcar
125 ml de óleo
1 c. chá de fermento
1/2 c. chá de bicarbonato de sódio
2 ovos
forminhas para muffin.
Como a gente faz lá em casa:
Eu coloco todos os ingredientes no processador. Porém você pode fazer o seguinte:
Amassar as bananas
Bater o óleo com os ovos.
Peneirar todos os secos juntos.
E misturar os secos com a mistura de ovos e por último a banana e o chocolate.
Colocar em 12 forminhas de muffin, na assadeira própria para eles e voilà!
Dá certo com bananas congeladas também. Só deixar ficar a temperatura ambiente e amassar também.
Muffin de Banana com chocolate
(do livro Nigella Express)

250g de farinha
100g de açúcar
125 ml de óleo
1 c. chá de fermento
1/2 c. chá de bicarbonato de sódio
2 ovos
forminhas para muffin.
Como a gente faz lá em casa:
Eu coloco todos os ingredientes no processador. Porém você pode fazer o seguinte:
Amassar as bananas
Bater o óleo com os ovos.
Peneirar todos os secos juntos.
E misturar os secos com a mistura de ovos e por último a banana e o chocolate.
Colocar em 12 forminhas de muffin, na assadeira própria para eles e voilà!
Dá certo com bananas congeladas também. Só deixar ficar a temperatura ambiente e amassar também.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Bolo de chocolate e mel - Mais Nigella
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Continuando com o tema "Eu amo a Nigella" este é o segundo bolinho da coleção "Feast". Fiquei com uma peninha pois não sei trabalhar com marzipan e na verdade nem sei se vende pronto... tsc tsc tsc! As abelhinhas em cima do bolo seriam a cereja!
Enfim, chega de ficar chorando o leite derramado.
O resumo é que em menos de 24h só sobrou um quarto do bolo. Tá certo que joguei pesado e saí distribuindo, mas isso é completamente aceitável porque eu tenho um autoconhecimento sinistro e sei que se tivesse ficado com o bolo em casa o resultado não seria muito diferente, porém estaria tudo no meu tummy!
O bolo, como todos os dela que testei é fooooofo mesmo. Molhadinho e eu simplesmente adoro quando o bolo de chocolate fica com aquela coloração avermelhada do cacau. Aff!! Eu tive que apelidar de bolo Toblerone porque a mistura do chocolate e do mel é o que faz do toblerone um dos meus chocolates favoritos. A casa cheirava absurdos enquanto eu assava o bolo, mas eu tenho algumas ressalvas... (LÁ VEM...)
Vocês podem ver na foto que o bolo está parecendo uma ribanceira e não retinho como deve ser... Me pergunte o porquê?
Porque na receita ela fala uma fôrma de 23cm. Fiquei tão feliz, porque EU tinha a fôrma de 23cm! Que lindo, nunca meço minhas assadeiras e fiquei tão feliz que até untei antes de fazer o bolo de tanta emoção! Alguém estava me pregando algo, não era possível...
Às vezes (só às vezes) eu fico irritada de ver uma receita com tantos números. Sempre acho um desperdício do meu tempo assimilar aqueles números todos enquanto leio uma receita. Que droga ser tão ansiosa. Aqueles números estão lá por um propósito! As pessoas se preocupam em colocar as medidas das assadeiras para ajudar pessoas como eu, e quando a Nigella só fala 23cm eu me ferro.
A minha assadeira tinha de fato 23cm de diâmetro mas tinha míseros 5cm de altura! Quando eu vi a quantidade de massa sabia que ia explodir. E de bolo explodido eu já tive a minha cota como o bolo de limão do Panelinha que cresceu absurdos e escorreu pelo meu forno inteiro... Inventei: Peguei uma forma um pouco maior, coloquei em volta e fiz uma moldura com papel alumínio alta para que o bolo crescesse por ali. Rezei umas três Ave Marias e olhava o bolo volta e meia, fingindo que não vi a minha irmã que estava por perto meio desconfiada do resultado... Essas coisas a gente não conta, eu sei. Mas se alguém quiser fazer o bolo não quero que pense em mim na hora de limpar o forno e o bolo explodido. Unte uma forma maior, algo tipo 26cm e baixinha como a minha ou a tal de 23cm com uma altura de 9cm. Tive outra pegadinha básica e dessa vez não era para ter caído! Pura teimosia...
Fiz uma vez um cupcake da Hummingbird Bakery que tinha uma cobertura de creamcheese que pede uma quantidade absurda de açúcar de confeiteiro. Fiz com menos e ficou muuuito doce. Doce que doía. Quando fui fazer a cobertura do bolo e vi que além do mel levava açúcar de confeiteiro fiquei de orelha em pé mas fiz a mesma coisa: diminui a quantidade. Resultado: Gostoso mas doce demais. Por mim não precisava. Mas mesmo com as pegadinhas, juro, foi um dos bolos de chocolate que mais gostei na vida.
Enfim, chega de ficar chorando o leite derramado.
O resumo é que em menos de 24h só sobrou um quarto do bolo. Tá certo que joguei pesado e saí distribuindo, mas isso é completamente aceitável porque eu tenho um autoconhecimento sinistro e sei que se tivesse ficado com o bolo em casa o resultado não seria muito diferente, porém estaria tudo no meu tummy!
O bolo, como todos os dela que testei é fooooofo mesmo. Molhadinho e eu simplesmente adoro quando o bolo de chocolate fica com aquela coloração avermelhada do cacau. Aff!! Eu tive que apelidar de bolo Toblerone porque a mistura do chocolate e do mel é o que faz do toblerone um dos meus chocolates favoritos. A casa cheirava absurdos enquanto eu assava o bolo, mas eu tenho algumas ressalvas... (LÁ VEM...)
Vocês podem ver na foto que o bolo está parecendo uma ribanceira e não retinho como deve ser... Me pergunte o porquê?
Porque na receita ela fala uma fôrma de 23cm. Fiquei tão feliz, porque EU tinha a fôrma de 23cm! Que lindo, nunca meço minhas assadeiras e fiquei tão feliz que até untei antes de fazer o bolo de tanta emoção! Alguém estava me pregando algo, não era possível...
Às vezes (só às vezes) eu fico irritada de ver uma receita com tantos números. Sempre acho um desperdício do meu tempo assimilar aqueles números todos enquanto leio uma receita. Que droga ser tão ansiosa. Aqueles números estão lá por um propósito! As pessoas se preocupam em colocar as medidas das assadeiras para ajudar pessoas como eu, e quando a Nigella só fala 23cm eu me ferro.
A minha assadeira tinha de fato 23cm de diâmetro mas tinha míseros 5cm de altura! Quando eu vi a quantidade de massa sabia que ia explodir. E de bolo explodido eu já tive a minha cota como o bolo de limão do Panelinha que cresceu absurdos e escorreu pelo meu forno inteiro... Inventei: Peguei uma forma um pouco maior, coloquei em volta e fiz uma moldura com papel alumínio alta para que o bolo crescesse por ali. Rezei umas três Ave Marias e olhava o bolo volta e meia, fingindo que não vi a minha irmã que estava por perto meio desconfiada do resultado... Essas coisas a gente não conta, eu sei. Mas se alguém quiser fazer o bolo não quero que pense em mim na hora de limpar o forno e o bolo explodido. Unte uma forma maior, algo tipo 26cm e baixinha como a minha ou a tal de 23cm com uma altura de 9cm. Tive outra pegadinha básica e dessa vez não era para ter caído! Pura teimosia...
Fiz uma vez um cupcake da Hummingbird Bakery que tinha uma cobertura de creamcheese que pede uma quantidade absurda de açúcar de confeiteiro. Fiz com menos e ficou muuuito doce. Doce que doía. Quando fui fazer a cobertura do bolo e vi que além do mel levava açúcar de confeiteiro fiquei de orelha em pé mas fiz a mesma coisa: diminui a quantidade. Resultado: Gostoso mas doce demais. Por mim não precisava. Mas mesmo com as pegadinhas, juro, foi um dos bolos de chocolate que mais gostei na vida.

Zirmã fazendo graçaBolo de Chocolate e Mel
Do livro Feast da Nigella
100g de chocolate picado
275g laçúcar mascavo
225g manteiga
125ml mel
125ml mel
2 ovos
200g farinha
1 c. chá de bicarbonato de sódio
1 c. chá de cacau
200g farinha
1 c. chá de bicarbonato de sódio
1 c. chá de cacau
250ml água fervente
Cobertura:
60ml água
1/2 xíc. de mel
1 barra de chocolate amargo (170g)
75g açúcar de confeiteiro
1 barra de chocolate amargo (170g)
75g açúcar de confeiteiro
OU
1/2 xíc. de mel
1 barra de chocolate meio-amargo
Como a gente fez lá em casa:
Separe os ingredientes para temperatura ambiente. Enquanto isso derreta o chocolate e a manteiga do bolo no microondas em potência alta por 1 minuto. Misture depois de derretido e reserve.
Pré-aqueça o forno em 180ºC, e unte a forma (com a ressalva que fiz lá em cima).
Bata a manteiga com o açúcar até ficar claro e cremoso. Adicione o mel. Depois um ovo de cada vez, batendo bem após cada adição e adicionando entre um ovo e outro um colher de farinha generosade farinha já da medida . Misture o chocolate derretido reservado, o restante da farinha e o bicarbonato de sódio. Adicione o cacau em pó peneirado e por último a água fervida que deve ter esfriado um pouco. Cozinhe por volta de 45 minutos ou mais fazendo o teste do palitinho bem no centro.
Deixe o bolo esfriar completamente numa gradinha.
Para a cobertura não pensei duas vezes em colocar tudo no microoondas e misturar depois de derretido. Para avisar aos marinheiros que vai sobrar um pouco da cobertura para cada um colocar na sua porção mais um pouco da calda quente e ela vai ficar escorrendo por eras. A calda é para ser assim mesmo, brilhosa e bem molhada como a própria Nigella explica.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Bruschetta, por que não?
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Lanchinho básico:Punhado de tomates cereja limpinhos
Punhado de azeitonas pretas
Orégano
4 c. sopa de azeite
folhinhas de manjericão fresco
Pão Italiano ou Campagne
Como a gente faz lá em casa:
Pique os tomates e a azeitona preta. Salpique orégano e regue o azeite. Misture e reserve.
Corte fatias de pão mais ou menos na espessura de 1,5cm. Coloque as fatias numa assadeira e cubra com a misturinha de tomate. Por último coloque as folhinhas de manjericão por cima. Asse até o pão ficar com a consistência de uma torrada.
O que eu gosto hoje em dia na bruschetta é que vai meio à moda do freguês: Se quiser pode colocar um pouquinho de alho amassado na mistura do tomate ou esfregar na fatia do pão, colocar uma mozzarela de búfala ou parmesão.
Enfim, mangia che te fa bene!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Segunda no parque

Fotos de Hoje no Jardim Botânico com a exposição "Orquídeas na Primavera". Fui lá adotar novas filhinhas já que as antigas, Deus as tenha!
Para homenagear as antigas, voltamos com Ephigenia, Ursula, Isadora e Carlota. As babe-orquideas são Amelie e Aimee.
domingo, 6 de setembro de 2009
Bolo de chocolate com laranja da Nigella
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Duas pessoinhas se destacam bastante na minha estante. Eu os adoro por N razões e uma delas é que os dois têm aquele sotaque britânico que eu amo, segundo eles têm todo um jeito descolado. Segundo porque lidam com a comida de maneira descontraída, como se fosse algo muito simples, como acho que deve ser, apesar do feitiço reverter, às vezes e me pregar peça, tsc,tsc,tsc...
Um deles é Jamie Oliver, dos 10 livros publicados, tenho nove e simplesmente a-dooooo-ro ele. É alegre, e quando não está, sim porque ninguém está sempre alegre, ele pelo menos é sincero como deve ser. Até o Fa já fica sentadinho vendo lá o Jamie brincar de hortinha e jogar batatas nas travessas gigantescas sem muita preocupação. Quase nota 10, porque a única coisa que não curto muito, mas acho que deve ser cultural é ficar testando carnes exóticas, como cordeiro, coelho, e outras que não lembro e nem quero e por conta das fotos passei as folhas rapidinho... Para mim só existem 4 tipo de carnes e olhe lá: vaquinha, galinha, porquinho e peixinhos (ah devo incluir nesta ultima, os frutos do mar em sua maioria, tá no mar ué!) Preciso de um tempo para me adaptar a idéia!
Agora a quem eu simplesmente idolatro e me diz para ser uma deusa é Nigella. Vou ser franca e não gosto quando os ingleses chamam ela dos nomes mais absurdos (pura inveja e vários complexos deles lá). Acho que você tem que comer o que gosta sim! Com bastante chocolate, bastante creme de leite, lamber a espátula no final e assaltar a geladeira a noite (!!!) Ai gente quem nunca fez vai?
A receita abaixo é de um dos livros dela. Neste livro ela tem diversas receitas de bolo de chocolate. Inclusive este que ela prepara no vídeo:
Bolo de chocolate com laranja (O DANADO DE BOLO FOFO!)
Adaptado do livro Feast

2 laranjas ( Na receita não diz a laranja e fala 375g. Eu usei 300g de laranja pêra madurissimas)
6 ovos
1 c. cha de fermento em pó
1/2 c. de chá de bicarbonato de sódio
200g de amêndoas moídas
250g de açúcar
50g. de cacau em pó
raspas de laranja e açúcar de confeiteiro para decoração (opcional)
Como a gente faz lá em casa:
Cozinhe as laranjas por 45 minutos em água na noite anterior. Retire todas as sementes e a parte branca central.
No dia seguinte unte uma forma com a torre no meio de 22cm de diâmetro com manteiga e farinha. Na receita não leva farinha, e se não quiser ou puder usar farinha, utilize spray ou outro tipo de farinha.
Processe as laranjas, adicione todos os outros ingredientes no processador. No meu processador junior não caberia todos os ingredientes então após processar as laranjas
transferi para a batedeira e adicionei os outros ingredientes.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Julie e Julia
Depois de alguns meses, terminei de ler Julie & Julia. Alguns meses porque tenho aquela mania de começar N leituras paralelas, mais os livros de culinária que sempre são novos todos os meses, e mais as revistas de culinária que disseco, torço, até a última receitinha que estava em um anúncio que passou despercebido.
Acelerei a leitura do livro porque queria terminar de ler antes de lançarem o filme aqui no Brasil. O que achei? Achei que a coisa engata só no final. Li uma porção de resenhas na internet sobre o filme e que no final acabam-se confundindo com resenhas do livro.
Não é meu livro favorito, não vou mantê-lo na estante e se ninguém se interessar em pegar emprestado, vai acabar parando no “Trocando Livros” em breve . Quem rouba a cena é o Eric, marido da escritora que veio com a idéia do blog e que me lembra meu próprio marido: Simpático, prestativo, maior motivador dos meus pequenos projetos e sempre assustado com meus surtos psicóticos na cozinha ou fora dela. Alguém sacou o que Julie & Julia fez comigo?
A autora era uma secretária, beirando os 30, desmotivada e procurando algum sentido pra vida dela. Estava de saco cheio do trabalho e resolveu ter um projeto pelo menos de 1 ano e expressa-lo através do blog. Estressada, gordinha boca suja, sincera com seus feitos na cozinha (dando certo ou não) e preguiçosa na escrita, sim, porque o livro não se tornará nenhum clássico da literatura inglesa em 100 anos, ela me fez ver que provavelmente por aí, tem mais mulheres como eu e nem fazia idéia. A única coisa que me irrita profundamente é ela mesmo admitir que não é muito limpinha e não fazer nada a respeito. Iuc!
No final eu fico fã do Eric e ainda termino a leitura achando que há uma esperança, pois ela vira uma escritora e para quem, como eu, não conhecia a Julia Child (a Ofélia americana), vê que nunca é tarde. Julia ingressou no Cordon Bleu aos 37. Foi mais longe, casou-se e mudou-se para Paris não muito antes disso. A culinária, diferente da carreira de modelo, ou jogador de futebol, não conta quantos anos se passaram para você, e sim o trabalho em conjunto entre você, as ferramentas e a combinação de ingredientes que são capazes de te motivar um ano, e até mesmo com alguma horas de esforço, fazer as pessoas felizes com uma boa refeição.
Como Julia Child terminava o programa na tv: Bon Appetit!
Obs.: Não gosto de miolo, nem de rins, nem de carnes exóticas e não sou americana então por isso mesmo acho que Mastering The Art of French Cooking 1 e 2 definitivamente não entrarão na minha estante, mas com certeza vou ao cinema sim…
Acelerei a leitura do livro porque queria terminar de ler antes de lançarem o filme aqui no Brasil. O que achei? Achei que a coisa engata só no final. Li uma porção de resenhas na internet sobre o filme e que no final acabam-se confundindo com resenhas do livro.
Não é meu livro favorito, não vou mantê-lo na estante e se ninguém se interessar em pegar emprestado, vai acabar parando no “Trocando Livros” em breve . Quem rouba a cena é o Eric, marido da escritora que veio com a idéia do blog e que me lembra meu próprio marido: Simpático, prestativo, maior motivador dos meus pequenos projetos e sempre assustado com meus surtos psicóticos na cozinha ou fora dela. Alguém sacou o que Julie & Julia fez comigo?
A autora era uma secretária, beirando os 30, desmotivada e procurando algum sentido pra vida dela. Estava de saco cheio do trabalho e resolveu ter um projeto pelo menos de 1 ano e expressa-lo através do blog. Estressada, gordinha boca suja, sincera com seus feitos na cozinha (dando certo ou não) e preguiçosa na escrita, sim, porque o livro não se tornará nenhum clássico da literatura inglesa em 100 anos, ela me fez ver que provavelmente por aí, tem mais mulheres como eu e nem fazia idéia. A única coisa que me irrita profundamente é ela mesmo admitir que não é muito limpinha e não fazer nada a respeito. Iuc!
No final eu fico fã do Eric e ainda termino a leitura achando que há uma esperança, pois ela vira uma escritora e para quem, como eu, não conhecia a Julia Child (a Ofélia americana), vê que nunca é tarde. Julia ingressou no Cordon Bleu aos 37. Foi mais longe, casou-se e mudou-se para Paris não muito antes disso. A culinária, diferente da carreira de modelo, ou jogador de futebol, não conta quantos anos se passaram para você, e sim o trabalho em conjunto entre você, as ferramentas e a combinação de ingredientes que são capazes de te motivar um ano, e até mesmo com alguma horas de esforço, fazer as pessoas felizes com uma boa refeição.
Como Julia Child terminava o programa na tv: Bon Appetit!
Obs.: Não gosto de miolo, nem de rins, nem de carnes exóticas e não sou americana então por isso mesmo acho que Mastering The Art of French Cooking 1 e 2 definitivamente não entrarão na minha estante, mas com certeza vou ao cinema sim…
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Macarrão com brócolis e pimentões
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Resolvi entrar na causa dos alimentos que são deixados de lado, desencorajados e banidos dos pratos, ao menos pelas pessoas nas quais convivo. Antes de saber que havia sido feito um filme baseado no livro, me vi rindo com a mania de Julie Powell implicar com os alimentos desde criança, em especial com o pobre Ovo sendo relatado no Julia & Julie. Para quem nem ouviu falar segue o trailer do filme:
Isso tudo porque já ouvi gente reclamando do pimentão, da abóbora, da azeitona, dos verdinhos, da ervilha, etc. Tá certo! Afinal o que seria da laranja se todo mundo só gostasse de limão? E por falar em laranja: Eu devo admitir que odeio pele de tomate, nata de leite ou gominhos de laranja. Quem teve a idéia desgraçada de colocar gominhos em suco de caixa? Não deve ser uma pessoa muito bacana...
Resolvi mostrar aqui pelo menos uma tentativa de salvar estes ingredientes do “exílio culinário” onde a melhor tática é jogá-los no fundo da gaveta de legumes e verduras da geladeira e cobrir com todo o resto das compras e só lembrar quando a gaveta vazia revela o coitado pra lá de morto...
Nº1: O danado do Pimentão…
Uma coisa que às vezes sinto falta do temperinho de mama é o danado do pimentão. Porém enquanto estava no nordeste nada me afligia mais que o tamanho em que os temperos eram cortados. Na boa, diversos lugares dos quais eu fui me atrever a comer peixe, ou frutos do mar, seria mais prático deixar os temperos inteiros, como 1 pimentão, 1 tomate e 1 cebola ali reunidos e inteiros e me olhando. Lembrei-me dos meus 6 anos de idade em que separava a comida toda no canto do prato e deixava 1 grão de arroz no centro para chamá-lo de refeição.
Há um tempo atrás vi esta receita de antipasto do Vitor e achei engraçado ele falando da sujeira que fez para tirar a pele do pimentão que é a maior causa do desconforto ao digeri-lo. Semana passada, repeti o processo para fazer uma salada e não é que o pimentão ficou inacreditalmente doce? Nem me lembrei dele ao longo do dia!
Essa semana tentei outra técnica para despelar o pimentão. Coloquei sobre a grade do forno, já quente, e debaixo da grade, um tabuleiro para colher algum líquido que caisse. Retirei do forno depois de rodá-lo para que ficasse amarronzado por igual. Coloquei dentro de um saco plástico com vedante (é... Ziploc) por uns 15 minutos. A pele sai quase toda de uma vez; Abri os pimentões, tirei as sementes brancas e a parte esbranquiçada do interior do pimentão. Não lavei para não perder o sabor. E mesmo assim o sabor ficou suave perto do original porém não tão adocicado qdo se coloca direto na chama. A Salada ficou ótima!
Salada de macarrão com brocolis assado e pimentão:
1 maço de brócolis (devidamente higienizado e com as florzinhas com caule cortados no tamanho que consiga comer facilmente)
1 pimentão vermelho assado cortado em tirinhas
Azeite de oliva (eu usei 1/4 de xícara)
2 dentes de alho amassado
Sal, pimenta e oregano a gosto.
1 xic de massa crua (farfalle, fusilli, penne).
1c. sopa de suco de limão
1/4 xic de azeitona preta
Nozes picadas, amêndoas fatiadas (opcional)
Isso tudo porque já ouvi gente reclamando do pimentão, da abóbora, da azeitona, dos verdinhos, da ervilha, etc. Tá certo! Afinal o que seria da laranja se todo mundo só gostasse de limão? E por falar em laranja: Eu devo admitir que odeio pele de tomate, nata de leite ou gominhos de laranja. Quem teve a idéia desgraçada de colocar gominhos em suco de caixa? Não deve ser uma pessoa muito bacana...
Resolvi mostrar aqui pelo menos uma tentativa de salvar estes ingredientes do “exílio culinário” onde a melhor tática é jogá-los no fundo da gaveta de legumes e verduras da geladeira e cobrir com todo o resto das compras e só lembrar quando a gaveta vazia revela o coitado pra lá de morto...
Nº1: O danado do Pimentão…
Uma coisa que às vezes sinto falta do temperinho de mama é o danado do pimentão. Porém enquanto estava no nordeste nada me afligia mais que o tamanho em que os temperos eram cortados. Na boa, diversos lugares dos quais eu fui me atrever a comer peixe, ou frutos do mar, seria mais prático deixar os temperos inteiros, como 1 pimentão, 1 tomate e 1 cebola ali reunidos e inteiros e me olhando. Lembrei-me dos meus 6 anos de idade em que separava a comida toda no canto do prato e deixava 1 grão de arroz no centro para chamá-lo de refeição.
Há um tempo atrás vi esta receita de antipasto do Vitor e achei engraçado ele falando da sujeira que fez para tirar a pele do pimentão que é a maior causa do desconforto ao digeri-lo. Semana passada, repeti o processo para fazer uma salada e não é que o pimentão ficou inacreditalmente doce? Nem me lembrei dele ao longo do dia!
Essa semana tentei outra técnica para despelar o pimentão. Coloquei sobre a grade do forno, já quente, e debaixo da grade, um tabuleiro para colher algum líquido que caisse. Retirei do forno depois de rodá-lo para que ficasse amarronzado por igual. Coloquei dentro de um saco plástico com vedante (é... Ziploc) por uns 15 minutos. A pele sai quase toda de uma vez; Abri os pimentões, tirei as sementes brancas e a parte esbranquiçada do interior do pimentão. Não lavei para não perder o sabor. E mesmo assim o sabor ficou suave perto do original porém não tão adocicado qdo se coloca direto na chama. A Salada ficou ótima!
Salada de macarrão com brocolis assado e pimentão:
1 pimentão vermelho assado cortado em tirinhas
Azeite de oliva (eu usei 1/4 de xícara)
2 dentes de alho amassado
Sal, pimenta e oregano a gosto.
1 xic de massa crua (farfalle, fusilli, penne).
1c. sopa de suco de limão
1/4 xic de azeitona preta
Nozes picadas, amêndoas fatiadas (opcional)
Como a gente faz lá em casa:
Em um tabuleiro, coloque o alho amassado, o azeite, o sal, a pimenta e o óregano. Arrume o brócolis e o pimentão em cima da mistura do azeite e misture até que todos os pedaçoes estejam devidamente cobertos com o molho. Asse até o brócolis ficar com o verde vivo e de textura crocante.
Enquanto assa, cozinhe a massa de acordo com as instruções do fabricante. Escorra e salve meia-xícara da agua de cozimento caso o brocolis fique muito ressecado.
Misture a massa, a azeitona e as nozes aos vegetais, regue a agua do cozimento caso fique ressecado e sirva morna ou gelada, como preferir.
P.S>Não esqueci do Triffle não... É que meu estoque de creme de leite fresco foi por água abaixo...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O dia em que Rachel vai para cozinha...
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Que eu sou apaixonada por Friends todo mundo sabe. O nome da Phoebe é Phoebe por causa da Phoebe!!! Para mim ela é a Amiga mais legal de todas... Semana passada com a suspeita da gripe dos porquinhos e muita chuva, não havia nada mais acolhedor que meu sofa com minha coberta e Friends.
Essa série na minha opinião algum dia vai se tornar um clássico, tipo I love Lucy, Os 3 patetas e A feiticeira.
Amo os seis como se fossem meus amigos e lembro que noite de terça-feira chegava correndo da Uff para ver os episódios que eram naquela época inéditos, tsc, tsc... O que mais me impressiona na série é porque as coisas que acontecem pelo menos na minha vida, me remetem a algum episódio ou até mesmo um pedacinho dele. Sempre fiquei de olho nas batedeiras da Monica (kitchenaids), e a última lembrança são os tais dos triffles.
Já peguei diversas receitas de Triffles (sobremesas que lembram pavê, só que ao invés de biscoitos geralmente são fatias de bolo intercaladas) e estou determinada a testar uma delas este final de semana. Só que sempre que penso na danada da sobremesa lembro desse episódio do Dia de Ação de Graças (que com eles todo ano dá errado) em que a Rachel decide fazer o tal do triffle.
Pena que não tem legenda...
Para quem não pescou: Ela faz uma camada de ladyfingers (biscoito champanhe), geléia, creme, bife com cebola e ervilha, mais bolo, creme, banana e chantily. Disse que a receita pareceu esquisita mas como é um "English triffle" e os ingleses são meio esquisitos daria certo. Só que o Ross vê que as folhas estavam coladas! Era a receita da sobremesa e de uma torta de carne em seguida...
Vou testar esse fds e espero que seja mais bem sucedida!
Friends para sempre...
Essa série na minha opinião algum dia vai se tornar um clássico, tipo I love Lucy, Os 3 patetas e A feiticeira.
Amo os seis como se fossem meus amigos e lembro que noite de terça-feira chegava correndo da Uff para ver os episódios que eram naquela época inéditos, tsc, tsc... O que mais me impressiona na série é porque as coisas que acontecem pelo menos na minha vida, me remetem a algum episódio ou até mesmo um pedacinho dele. Sempre fiquei de olho nas batedeiras da Monica (kitchenaids), e a última lembrança são os tais dos triffles.
Já peguei diversas receitas de Triffles (sobremesas que lembram pavê, só que ao invés de biscoitos geralmente são fatias de bolo intercaladas) e estou determinada a testar uma delas este final de semana. Só que sempre que penso na danada da sobremesa lembro desse episódio do Dia de Ação de Graças (que com eles todo ano dá errado) em que a Rachel decide fazer o tal do triffle.
Pena que não tem legenda...
Para quem não pescou: Ela faz uma camada de ladyfingers (biscoito champanhe), geléia, creme, bife com cebola e ervilha, mais bolo, creme, banana e chantily. Disse que a receita pareceu esquisita mas como é um "English triffle" e os ingleses são meio esquisitos daria certo. Só que o Ross vê que as folhas estavam coladas! Era a receita da sobremesa e de uma torta de carne em seguida...
Vou testar esse fds e espero que seja mais bem sucedida!
Friends para sempre...
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