quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Julie e Julia

Depois de alguns meses, terminei de ler Julie & Julia. Alguns meses porque tenho aquela mania de começar N leituras paralelas, mais os livros de culinária que sempre são novos todos os meses, e mais as revistas de culinária que disseco, torço, até a última receitinha que estava em um anúncio que passou despercebido.

Acelerei a leitura do livro porque queria terminar de ler antes de lançarem o filme aqui no Brasil. O que achei? Achei que a coisa engata só no final. Li uma porção de resenhas na internet sobre o filme e que no final acabam-se confundindo com resenhas do livro.

Não é meu livro favorito, não vou mantê-lo na estante e se ninguém se interessar em pegar emprestado, vai acabar parando no “Trocando Livros” em breve . Quem rouba a cena é o Eric, marido da escritora que veio com a idéia do blog e que me lembra meu próprio marido: Simpático, prestativo, maior motivador dos meus pequenos projetos e sempre assustado com meus surtos psicóticos na cozinha ou fora dela. Alguém sacou o que Julie & Julia fez comigo?

A autora era uma secretária, beirando os 30, desmotivada e procurando algum sentido pra vida dela. Estava de saco cheio do trabalho e resolveu ter um projeto pelo menos de 1 ano e expressa-lo através do blog. Estressada, gordinha boca suja, sincera com seus feitos na cozinha (dando certo ou não) e preguiçosa na escrita, sim, porque o livro não se tornará nenhum clássico da literatura inglesa em 100 anos, ela me fez ver que provavelmente por aí, tem mais mulheres como eu e nem fazia idéia. A única coisa que me irrita profundamente é ela mesmo admitir que não é muito limpinha e não fazer nada a respeito. Iuc!

No final eu fico fã do Eric e ainda termino a leitura achando que há uma esperança, pois ela vira uma escritora e para quem, como eu, não conhecia a Julia Child (a Ofélia americana), vê que nunca é tarde. Julia ingressou no Cordon Bleu aos 37. Foi mais longe, casou-se e mudou-se para Paris não muito antes disso. A culinária, diferente da carreira de modelo, ou jogador de futebol, não conta quantos anos se passaram para você, e sim o trabalho em conjunto entre você, as ferramentas e a combinação de ingredientes que são capazes de te motivar um ano, e até mesmo com alguma horas de esforço, fazer as pessoas felizes com uma boa refeição.

Como Julia Child terminava o programa na tv: Bon Appetit!

Obs.: Não gosto de miolo, nem de rins, nem de carnes exóticas e não sou americana então por isso mesmo acho que Mastering The Art of French Cooking 1 e 2 definitivamente não entrarão na minha estante, mas com certeza vou ao cinema sim…


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Macarrão com brócolis e pimentões

Resolvi entrar na causa dos alimentos que são deixados de lado, desencorajados e banidos dos pratos, ao menos pelas pessoas nas quais convivo. Antes de saber que havia sido feito um filme baseado no livro, me vi rindo com a mania de Julie Powell implicar com os alimentos desde criança, em especial com o pobre Ovo sendo relatado no Julia & Julie. Para quem nem ouviu falar segue o trailer do filme:



Isso tudo porque já ouvi gente reclamando do pimentão, da abóbora, da azeitona, dos verdinhos, da ervilha, etc. Tá certo! Afinal o que seria da laranja se todo mundo só gostasse de limão? E por falar em laranja: Eu devo admitir que odeio pele de tomate, nata de leite ou gominhos de laranja. Quem teve a idéia desgraçada de colocar gominhos em suco de caixa? Não deve ser uma pessoa muito bacana...

Resolvi mostrar aqui pelo menos uma tentativa de salvar estes ingredientes do “exílio culinário” onde a melhor tática é jogá-los no fundo da gaveta de legumes e verduras da geladeira e cobrir com todo o resto das compras e só lembrar quando a gaveta vazia revela o coitado pra lá de morto...

Nº1: O danado do Pimentão…

Uma coisa que às vezes sinto falta do temperinho de mama é o danado do pimentão. Porém enquanto estava no nordeste nada me afligia mais que o tamanho em que os temperos eram cortados. Na boa, diversos lugares dos quais eu fui me atrever a comer peixe, ou frutos do mar, seria mais prático deixar os temperos inteiros, como 1 pimentão, 1 tomate e 1 cebola ali reunidos e inteiros e me olhando. Lembrei-me dos meus 6 anos de idade em que separava a comida toda no canto do prato e deixava 1 grão de arroz no centro para chamá-lo de refeição.

Há um tempo atrás vi esta receita de antipasto do
Vitor e achei engraçado ele falando da sujeira que fez para tirar a pele do pimentão que é a maior causa do desconforto ao digeri-lo. Semana passada, repeti o processo para fazer uma salada e não é que o pimentão ficou inacreditalmente doce? Nem me lembrei dele ao longo do dia!

Essa semana tentei outra técnica para despelar o pimentão. Coloquei sobre a grade do forno, já quente, e debaixo da grade, um tabuleiro para colher algum líquido que caisse. Retirei do forno depois de rodá-lo para que ficasse amarronzado por igual. Coloquei dentro de um saco plástico com vedante (é... Ziploc) por uns 15 minutos. A pele sai quase toda de uma vez; Abri os pimentões, tirei as sementes brancas e a parte esbranquiçada do interior do pimentão. Não lavei para não perder o sabor. E mesmo assim o sabor ficou suave perto do original porém não tão adocicado qdo se coloca direto na chama. A Salada ficou ótima!

Salada de macarrão com brocolis assado e pimentão:



1 maço de brócolis (devidamente higienizado e com as florzinhas com caule cortados no tamanho que consiga comer facilmente)

1 pimentão vermelho assado cortado em tirinhas

Azeite de oliva (eu usei 1/4 de xícara)

2 dentes de alho amassado

Sal, pimenta e oregano a gosto.

1 xic de massa crua (farfalle, fusilli, penne).

1c. sopa de suco de limão

1/4 xic de azeitona preta


Nozes picadas, amêndoas fatiadas (opcional)

Como a gente faz lá em casa:

Em um tabuleiro, coloque o alho amassado, o azeite, o sal, a pimenta e o óregano. Arrume o brócolis e o pimentão em cima da mistura do azeite e misture até que todos os pedaçoes estejam devidamente cobertos com o molho. Asse até o brócolis ficar com o verde vivo e de textura crocante.

Enquanto assa, cozinhe a massa de acordo com as instruções do fabricante. Escorra e salve meia-xícara da agua de cozimento caso o brocolis fique muito ressecado.

Misture a massa, a azeitona e as nozes aos vegetais, regue a agua do cozimento caso fique ressecado e sirva morna ou gelada, como preferir.

P.S>Não esqueci do Triffle não... É que meu estoque de creme de leite fresco foi por água abaixo...



quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O dia em que Rachel vai para cozinha...

Que eu sou apaixonada por Friends todo mundo sabe. O nome da Phoebe é Phoebe por causa da Phoebe!!! Para mim ela é a Amiga mais legal de todas... Semana passada com a suspeita da gripe dos porquinhos e muita chuva, não havia nada mais acolhedor que meu sofa com minha coberta e Friends.

Essa série na minha opinião algum dia vai se tornar um clássico, tipo I love Lucy, Os 3 patetas e A feiticeira.

Amo os seis como se fossem meus amigos e lembro que noite de terça-feira chegava correndo da Uff para ver os episódios que eram naquela época inéditos, tsc, tsc... O que mais me impressiona na série é porque as coisas que acontecem pelo menos na minha vida, me remetem a algum episódio ou até mesmo um pedacinho dele. Sempre fiquei de olho nas batedeiras da Monica (kitchenaids), e a última lembrança são os tais dos triffles.

Já peguei diversas receitas de Triffles (sobremesas que lembram pavê, só que ao invés de biscoitos geralmente são fatias de bolo intercaladas) e estou determinada a testar uma delas este final de semana. Só que sempre que penso na danada da sobremesa lembro desse episódio do Dia de Ação de Graças (que com eles todo ano dá errado) em que a Rachel decide fazer o tal do triffle.

Pena que não tem legenda...



Para quem não pescou: Ela faz uma camada de ladyfingers (biscoito champanhe), geléia, creme, bife com cebola e ervilha, mais bolo, creme, banana e chantily. Disse que a receita pareceu esquisita mas como é um "English triffle" e os ingleses são meio esquisitos daria certo. Só que o Ross vê que as folhas estavam coladas! Era a receita da sobremesa e de uma torta de carne em seguida...

Vou testar esse fds e espero que seja mais bem sucedida!

Friends para sempre...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Não chegou nem meu inferno astral...

Sabem aqueles dias que até a coisa que vc mais gosta de fazer não dá certo? Pois é, eles parecem que para mim são semanais. Hoje por exemplo, esqueci todo o dinheiro que tinha sacado no bolso da calça junto com o cartão sem poder sacar mais. O marido foi para o trabalho mais cedo e deixei minha chave dentro da mochila que ele levou, e estaria escrevendo este post de casa se não fosse a cópia de chave extra (esquecida) da porta da cozinha...

Esqueci o óculos e que hoje não me vejo mais sem, além de ter sentido uma terrível-diferente dor de estomago nesta madrugada por conta da mania de tomar remédio sem água e já deitada (!!!)

Consegui o inacreditável de fatiar em pequenas tiras a minha régua de aço que me acompanha desde a época das aulas de design e to contando com uma chuva no fim da tarde sem guarda-chuva. Aff!

Enfim semana passada prevendo que algo estava errado comigo, propus ao marido um desafio: Enviaria a receita para ele por email e tendo certeza de que todos os ingredientes estavam disponíveis, ele chegando primeiro em casa se danaria a fazer o tal prato.

Resumindo: Ficou muito, mas muito bom! Não que eu não esperasse algo bem gostoso, mas devo admitir que não esperava algo exatamente no ponto, perfeito! Eu para completar fiquei encarregada do arroz de saquinho que consegui salgar e de finalizar o picadinho que também ficou salgado...

Descobri mais uma vez que não se deve forçar a natureza nem mudar o rumo dela a seu favor... Maridão 1 X 0

Batatas gratinadas (site da Nestlè):

1 kg de batata
1 copo de requeijão
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
1 xícara (chá) de leite
meia lata de creme de leite
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de pimenta-do-reino
1 dente de alho
250 g de mussarela , ralada
manteiga para untar

Como a gente faz lá em casa:

Lave as batatas e cozinhe-as cobertas com água até ficarem bem macias. Enquanto as batatas cozinham, coloque em uma panela o Requeijão, o parmesão, o leite, o creme de leite e leve ao fogo baixo até iniciar fervura e ficar homogêneo. Adicione a noz-moscada e a pimenta do reino, misture e reserve. Corte o alho ao meio e esfregue cada metade no fundo de um recipiente refratário (20 x 30cm) e unte com manteiga. Verifique se as batatas estão cozidas, escorra-as, retire a pele, corte-as em rodelas. Arrume as batatas no recipiente refratário e cubra-as com a mussarela e o molho de requeijão. Leve ao forno médio-alto (200°C) pré-aquecido, por cerca de 30 minutos, até que a superfície fique gratinada. Sirva a seguir.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Gente,

Desculpe o intervalo entre posts, mas é que minha vida andou uma correria só, no último mês.

Mudei-me mais uma vez, e voltei para Copa, meu bairro querido. Com isso ganho de volta 3h da minha vida por dia, não corro do meu chefe às 4:30 com medo de não chegar em casa no mesmo dia, nem de passar em meio a relâmpagos no elevado do Joá. Deus sabe como tenho pânico de relâmpagos...

Da Barra, só ficaram lembranças boas, o pôr-do-sol lilás e a vista... Ah, a vista era algo singular... Mesmo entre os prédios eu conseguia ver da cozinha, a espuma branca das ondas, que para mim eram gigantescas, que quebravam próximas à orla. Melhor que qualquer calmante a vista era um santo remédio para dias depois do trabalho em horário de verão. A Barra no final de semana com certeza é o melhor lugar para se morar.

Phoebe está perdida e realmente depois da segunda mudança, entendo a expressão “Mais perdido que cachorro em dia de mudança”. Mesmo já há uma semana na sua nova residência, a “cãozinha” (aiii sei q está errado, mas eu a chamo assim) está latindo mais do que o normal, qdo chegamos a casa ela chora mais que o normal e fez greve de beijo. Não lambe ninguém e vc que se sente para esperar! Abraço só na mãe aqui... Sim, porque schnauzer abraça!

Se já estreei o fogão? Só para coisas básicas, além disso, só me atrevi a fazer o bolo de tangerina que vi no site da Ana Elisa porque eu tinha algumas em casa. Ficou bom, e teria ficado ótimo se não tivesse deixado um cadinho demais no forno. Mistura rica de amêndoa com tangerina e nossa é muito, mas muito fofo. Como ela fala: "Ótima opção de receita sem farinha"

Espero que vocês entendam o apagão de posts, mas em breve estarei de férias e experimentando coisas novas... Mando fotos!

Beijos
Lu

terça-feira, 26 de maio de 2009

Sandubaaaaaaaa


Receitinha básica de sanduba, muito mas muito saborosa!

1 1/2 colher de sopa de azeite
Fatias fininhas da metade de uma cebola roxa
3 1/2 col. De sopa de vinagre
Folhas de rúcula
3/4 xic. de maionese
Fatias de pão integral, ou 12 grãos, ou o que preferir
Fatias finas de peito de peru defumado
3/4 xic, de gorgonzola amassadinho

Frite a cebola no azeite e antes de dourar e regue o vinagre para macerar a cebola. Quando estiver dourada e macia apague o fogo.
Junte o gorgonzola amassado e a maionese e reserve
Higienize as folhas de rúcula como preferir e depois seque bem.


Monte o sanduíche:


Toste o pão com ajuda de um grill, forno elétrico ou até mesmo uma torradeira.

Passe a pasta de gorgonzola nas duas fatias, arrume folhas de rúcula dos dois lados e em seguida a cebola e bastante peito de peru.
Bom apetite!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Receitinha fácil de avó

Eu fico tão feliz quando aproveito sobrinhas da geladeira! Dá uma sensação de eficiência, e o orçamento doméstico agradece.

Todo mundo já ouviu falar de arroz de forno, e cada um tem sua versão, a que o marido está acostumado é meio inusitada então resolvi fazer a que é bem comum na minha família e que já vi minhas avós, tias e a mami fazerem. Ótima para aquele período de festa entre Natal e Ano Novo porque sempre tem algum tipo de ave assada que sobra e fica lá esquecida no freezer ou na geladeira...

Como a gente faz lá em casa:

Frango, peru ou chester desfiado. Para 4 porções eu usei um peito de frango assado.
2 xícaras de arroz cozido (pode ser integral)
1 lata de milho
1/2 xíc. de azeitona
1/2 xíc. de ervilha (eu usei congelada, porém pode ser de lata)
1/2 xíc. de molho de tomate temperado
1 cubo de caldo de galinha
Queijo parmesão ralado na hora
farinha de rosca se necessário

Coloque em uma panela um fio de azeite, o frango desfiado, o milho, a azeitona e misture bem em fogo baixo. Adicione o molho de tomate e por último a ervilha congelada para que não cozinhe demais. Um pouco antes de desligar o fogo adicione o arroz já cozido, misture bem e apague. Coloque a mistura em um refratário com azeite, ou manteiga e por cima coloque o queijo parmesão e se a mistura ficar muito molhada, misture um pouco de farinha de rosca com o queijo para que depois de assado faça uma casquinha crocante por cima.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Comfort Food nº2

Não há nada mais reconfortante às vezes que um purê de batata de acompanhamento. Eu gosto tanto que para mim passa a ser prato principal.


Semana passada enquanto estava em casa me joguei no sofá e absorvi todos os programas de culinária que pude e revi Curtis Stone, um chef australiano boa pinta que aborda  mulheres geralmente casadas para preparar o jantar para ela e o marido na casa dela. E isso com o purê?

Bem, vamos as batatas... Ele, em um das dezenas de episódio que assisti preparou um purê com alho para acompanhar um peixe. Eu como tinha bastante batata em casa fiz. E vi que realmente fica muito saboroso...

Purê de batata do Curtis (adaptado):

6 batatas inglesas médias
2 dentes de alho
manteiga 
creme de leite 
sal a gosto

Cozinhe as batatas normalmente como se fosse fazer os eu purê. Em outra panela pequena coloque os dois dentes de alho descacados, adicione uma xicara de agua, e ferva e escorra. Faça isso outras duas vezes para que fique bem macio. Escorra a agua das batatas cozidas e passe pelo espremedor, ou como eu fiz, bata no processador com um pouco da agua do cozimento e os dentes de alho junto. Volte para a panela e coloque a manteiga e meia caixinha de creme de leite. Sirva com peixe, ou frango, ou coma puro, como eu fiz! Sabe a sensação de calmaria no estômago quentinho. Pois é exatamente disso que se trata...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Comfy food 1


Ah o danado do souflè!

Uma coisa que eu sempre gostei é souflè. Minha mãe faz sempre e é tudibão! Ótimo jeito de salvar legumes e verduras; Foi uma das maneiras mais fáceis de enganar o marido e camuflar os verdinhos... E uma amiga querida deu um grande impulso na minha iniciação culinária como casada. Na época da festa, mandei os convites com uma folhinha para cada amiga me trazer preenchida com suas receitas favoritas, ela superou e mandou um caderno, com várias receitas escritas à mão! Foi ela que me ensinou o souflè de bacalhau. Vou trazer mais um post com uma variação do tema.


Souflè de cenoura


4 cenouras médias
1 cubo de caldo de galinha, ou o caldo feito em casa mesmo
1 cebola pequena
3 col. sopa de sopa de manteiga ou azeite + para untar o refratário
3 col. sopa de farinha de trigo bem cheias
leite
3 ovos
queijo parmesão ralado
sal e pimenta a gosto


Como a gente faz lá em casa:


Cozinhe a cenoura normalmente junto com o caldo de galinha. Escorra e reserve.
Frite a cebola picadinha na manteiga e adicione a farinha até virar uma bolinha pelotuda. Vá adicionando leite, até virar um creme espesso, bem grossinho...

Adicione a cenoura cozida, parmesão, sal e pimenta a gosto e por ultimo as gemas. Ficará um creme amarelinho com cenouras.

Bata as claras em neve e incorpore à mistura. Não mexa muito para que o suflè fique bem fofo e a clara deixe-o aerado.

Coloque a mistura num refratário untado normalmente e salpique um pouco de queijo no fundo também... Asse em forno médio até ficar dourado em cima e o garfo saia limpinho quando fura.


Esse exite variação: A Tiça capricha no parmesão e ainda coloca uma lata de milho verde. Você pode substituir a cenoura por chuchu ou espinafre cozido. O método é o mesmo.


Viu, Arthur, voltei com a (minha) comfy food!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Deixando a vergonha de lado...


Cara de pau por ter nem deixado um "Feliz Páscoa" em tempo. A gente perde a noção do tempo mas não perde a piada. Uma das favoritas da Manu para esta época...


Beijo a todos e boa

Páscoa quase nada atrasada