quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Muffin de Banana com chocolate

Gente, quando faço esta receita lá em casa é muito, mas muito difícil sobrar um para contar história. Já aconteceu de fazer uma fornada e nem provar... Campeão de audiência e ótima maneira de salvar bananinhas...

Muffin de Banana com chocolate
(do livro Nigella Express)

3 bananas maduras amassadas
250g de farinha
100g de açúcar
125 ml de óleo
1 c. chá de fermento
1/2 c. chá de bicarbonato de sódio
2 ovos

forminhas para muffin.

Como a gente faz lá em casa:

Eu coloco todos os ingredientes no processador. Porém você pode fazer o seguinte:

Amassar as bananas
Bater o óleo com os ovos.
Peneirar todos os secos juntos.
E misturar os secos com a mistura de ovos e por último a banana e o chocolate.
Colocar em 12 forminhas de muffin, na assadeira própria para eles e voilà!

Dá certo com bananas congeladas também. Só deixar ficar a temperatura ambiente e amassar também.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Bolo de chocolate e mel - Mais Nigella

Continuando com o tema "Eu amo a Nigella" este é o segundo bolinho da coleção "Feast". Fiquei com uma peninha pois não sei trabalhar com marzipan e na verdade nem sei se vende pronto... tsc tsc tsc! As abelhinhas em cima do bolo seriam a cereja!
Enfim, chega de ficar chorando o leite derramado.
O resumo é que em menos de 24h só sobrou um quarto do bolo. Tá certo que joguei pesado e saí distribuindo, mas isso é completamente aceitável porque eu tenho um autoconhecimento sinistro e sei que se tivesse ficado com o bolo em casa o resultado não seria muito diferente, porém estaria tudo no meu tummy!
O bolo, como todos os dela que testei é fooooofo mesmo. Molhadinho e eu simplesmente adoro quando o bolo de chocolate fica com aquela coloração avermelhada do cacau. Aff!! Eu tive que apelidar de bolo Toblerone porque a mistura do chocolate e do mel é o que faz do toblerone um dos meus chocolates favoritos. A casa cheirava absurdos enquanto eu assava o bolo, mas eu tenho algumas ressalvas... (LÁ VEM...)
Vocês podem ver na foto que o bolo está parecendo uma ribanceira e não retinho como deve ser... Me pergunte o porquê?

Porque na receita ela fala uma fôrma de 23cm. Fiquei tão feliz, porque EU tinha a fôrma de 23cm! Que lindo, nunca meço minhas assadeiras e fiquei tão feliz que até untei antes de fazer o bolo de tanta emoção! Alguém estava me pregando algo, não era possível...
Às vezes (só às vezes) eu fico irritada de ver uma receita com tantos números. Sempre acho um desperdício do meu tempo assimilar aqueles números todos enquanto leio uma receita. Que droga ser tão ansiosa. Aqueles números estão lá por um propósito! As pessoas se preocupam em colocar as medidas das assadeiras para ajudar pessoas como eu, e quando a Nigella só fala 23cm eu me ferro.
A minha assadeira tinha de fato 23cm de diâmetro mas tinha míseros 5cm de altura! Quando eu vi a quantidade de massa sabia que ia explodir. E de bolo explodido eu já tive a minha cota como o bolo de limão do Panelinha que cresceu absurdos e escorreu pelo meu forno inteiro... Inventei: Peguei uma forma um pouco maior, coloquei em volta e fiz uma moldura com papel alumínio alta para que o bolo crescesse por ali. Rezei umas três Ave Marias e olhava o bolo volta e meia, fingindo que não vi a minha irmã que estava por perto meio desconfiada do resultado... Essas coisas a gente não conta, eu sei. Mas se alguém quiser fazer o bolo não quero que pense em mim na hora de limpar o forno e o bolo explodido. Unte uma forma maior, algo tipo 26cm e baixinha como a minha ou a tal de 23cm com uma altura de 9cm. Tive outra pegadinha básica e dessa vez não era para ter caído! Pura teimosia...

Fiz uma vez um cupcake da Hummingbird Bakery que tinha uma cobertura de creamcheese que pede uma quantidade absurda de açúcar de confeiteiro. Fiz com menos e ficou muuuito doce. Doce que doía. Quando fui fazer a cobertura do bolo e vi que além do mel levava açúcar de confeiteiro fiquei de orelha em pé mas fiz a mesma coisa: diminui a quantidade. Resultado: Gostoso mas doce demais. Por mim não precisava. Mas mesmo com as pegadinhas, juro, foi um dos bolos de chocolate que mais gostei na vida.


Zirmã fazendo graça


Bolo de Chocolate e Mel
Do livro Feast da Nigella

100g de chocolate picado
275g laçúcar mascavo
225g manteiga
125ml mel
2 ovos
200g farinha
1 c. chá de bicarbonato de sódio
1 c. chá de cacau
250ml água fervente

Cobertura:

60ml água
1/2 xíc. de mel
1 barra de chocolate amargo (170g)
75g açúcar de confeiteiro
OU
1/2 xíc. de mel
1 barra de chocolate meio-amargo

Como a gente fez lá em casa:

Separe os ingredientes para temperatura ambiente. Enquanto isso derreta o chocolate e a manteiga do bolo no microondas em potência alta por 1 minuto. Misture depois de derretido e reserve.
Pré-aqueça o forno em 180ºC, e unte a forma (com a ressalva que fiz lá em cima).

Bata a manteiga com o açúcar até ficar claro e cremoso. Adicione o mel. Depois um ovo de cada vez, batendo bem após cada adição e adicionando entre um ovo e outro um colher de farinha generosade farinha já da medida . Misture o chocolate derretido reservado, o restante da farinha e o bicarbonato de sódio. Adicione o cacau em pó peneirado e por último a água fervida que deve ter esfriado um pouco. Cozinhe por volta de 45 minutos ou mais fazendo o teste do palitinho bem no centro.
Deixe o bolo esfriar completamente numa gradinha.

Para a cobertura não pensei duas vezes em colocar tudo no microoondas e misturar depois de derretido. Para avisar aos marinheiros que vai sobrar um pouco da cobertura para cada um colocar na sua porção mais um pouco da calda quente e ela vai ficar escorrendo por eras. A calda é para ser assim mesmo, brilhosa e bem molhada como a própria Nigella explica.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Bruschetta, por que não?

Lanchinho básico:

Punhado de tomates cereja limpinhos
Punhado de azeitonas pretas
Orégano
4 c. sopa de azeite
folhinhas de manjericão fresco
Pão Italiano ou Campagne

Como a gente faz lá em casa:

Pique os tomates e a azeitona preta. Salpique orégano e regue o azeite. Misture e reserve.

Corte fatias de pão mais ou menos na espessura de 1,5cm. Coloque as fatias numa assadeira e cubra com a misturinha de tomate. Por último coloque as folhinhas de manjericão por cima. Asse até o pão ficar com a consistência de uma torrada.

O que eu gosto hoje em dia na bruschetta é que vai meio à moda do freguês: Se quiser pode colocar um pouquinho de alho amassado na mistura do tomate ou esfregar na fatia do pão, colocar uma mozzarela de búfala ou parmesão.

Enfim, mangia che te fa bene!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Segunda no parque


Fotos de Hoje no Jardim Botânico com a exposição "Orquídeas na Primavera". Fui lá adotar novas filhinhas já que as antigas, Deus as tenha!

Para homenagear as antigas, voltamos com Ephigenia, Ursula, Isadora e Carlota. As babe-orquideas são Amelie e Aimee.


domingo, 6 de setembro de 2009

Bolo de chocolate com laranja da Nigella

Duas pessoinhas se destacam bastante na minha estante. Eu os adoro por N razões e uma delas é que os dois têm aquele sotaque britânico que eu amo, segundo eles têm todo um jeito descolado. Segundo porque lidam com a comida de maneira descontraída, como se fosse algo muito simples, como acho que deve ser, apesar do feitiço reverter, às vezes e me pregar peça, tsc,tsc,tsc...

Um deles é Jamie Oliver, dos 10 livros publicados, tenho nove e simplesmente a-dooooo-ro ele. É alegre, e quando não está, sim porque ninguém está sempre alegre, ele pelo menos é sincero como deve ser. Até o Fa já fica sentadinho vendo lá o Jamie brincar de hortinha e jogar batatas nas travessas gigantescas sem muita preocupação. Quase nota 10, porque a única coisa que não curto muito, mas acho que deve ser cultural é ficar testando carnes exóticas, como cordeiro, coelho, e outras que não lembro e nem quero e por conta das fotos passei as folhas rapidinho... Para mim só existem 4 tipo de carnes e olhe lá: vaquinha, galinha, porquinho e peixinhos (ah devo incluir nesta ultima, os frutos do mar em sua maioria, tá no mar ué!) Preciso de um tempo para me adaptar a idéia!
Agora a quem eu simplesmente idolatro e me diz para ser uma deusa é Nigella. Vou ser franca e não gosto quando os ingleses chamam ela dos nomes mais absurdos (pura inveja e vários complexos deles lá). Acho que você tem que comer o que gosta sim! Com bastante chocolate, bastante creme de leite, lamber a espátula no final e assaltar a geladeira a noite (!!!) Ai gente quem nunca fez vai?
A receita abaixo é de um dos livros dela. Neste livro ela tem diversas receitas de bolo de chocolate. Inclusive este que ela prepara no vídeo:


Bolo de chocolate com laranja (O DANADO DE BOLO FOFO!)
Adaptado do livro Feast



2 laranjas ( Na receita não diz a laranja e fala 375g. Eu usei 300g de laranja pêra madurissimas)
6 ovos
1 c. cha de fermento em pó
1/2 c. de chá de bicarbonato de sódio
200g de amêndoas moídas
250g de açúcar
50g. de cacau em pó
raspas de laranja e açúcar de confeiteiro para decoração (opcional)

Como a gente faz lá em casa:

Cozinhe as laranjas por 45 minutos em água na noite anterior. Retire todas as sementes e a parte branca central.
No dia seguinte unte uma forma com a torre no meio de 22cm de diâmetro com manteiga e farinha. Na receita não leva farinha, e se não quiser ou puder usar farinha, utilize spray ou outro tipo de farinha.
Processe as laranjas, adicione todos os outros ingredientes no processador. No meu processador junior não caberia todos os ingredientes então após processar as laranjas
transferi para a batedeira e adicionei os outros ingredientes.



quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Julie e Julia

Depois de alguns meses, terminei de ler Julie & Julia. Alguns meses porque tenho aquela mania de começar N leituras paralelas, mais os livros de culinária que sempre são novos todos os meses, e mais as revistas de culinária que disseco, torço, até a última receitinha que estava em um anúncio que passou despercebido.

Acelerei a leitura do livro porque queria terminar de ler antes de lançarem o filme aqui no Brasil. O que achei? Achei que a coisa engata só no final. Li uma porção de resenhas na internet sobre o filme e que no final acabam-se confundindo com resenhas do livro.

Não é meu livro favorito, não vou mantê-lo na estante e se ninguém se interessar em pegar emprestado, vai acabar parando no “Trocando Livros” em breve . Quem rouba a cena é o Eric, marido da escritora que veio com a idéia do blog e que me lembra meu próprio marido: Simpático, prestativo, maior motivador dos meus pequenos projetos e sempre assustado com meus surtos psicóticos na cozinha ou fora dela. Alguém sacou o que Julie & Julia fez comigo?

A autora era uma secretária, beirando os 30, desmotivada e procurando algum sentido pra vida dela. Estava de saco cheio do trabalho e resolveu ter um projeto pelo menos de 1 ano e expressa-lo através do blog. Estressada, gordinha boca suja, sincera com seus feitos na cozinha (dando certo ou não) e preguiçosa na escrita, sim, porque o livro não se tornará nenhum clássico da literatura inglesa em 100 anos, ela me fez ver que provavelmente por aí, tem mais mulheres como eu e nem fazia idéia. A única coisa que me irrita profundamente é ela mesmo admitir que não é muito limpinha e não fazer nada a respeito. Iuc!

No final eu fico fã do Eric e ainda termino a leitura achando que há uma esperança, pois ela vira uma escritora e para quem, como eu, não conhecia a Julia Child (a Ofélia americana), vê que nunca é tarde. Julia ingressou no Cordon Bleu aos 37. Foi mais longe, casou-se e mudou-se para Paris não muito antes disso. A culinária, diferente da carreira de modelo, ou jogador de futebol, não conta quantos anos se passaram para você, e sim o trabalho em conjunto entre você, as ferramentas e a combinação de ingredientes que são capazes de te motivar um ano, e até mesmo com alguma horas de esforço, fazer as pessoas felizes com uma boa refeição.

Como Julia Child terminava o programa na tv: Bon Appetit!

Obs.: Não gosto de miolo, nem de rins, nem de carnes exóticas e não sou americana então por isso mesmo acho que Mastering The Art of French Cooking 1 e 2 definitivamente não entrarão na minha estante, mas com certeza vou ao cinema sim…


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Macarrão com brócolis e pimentões

Resolvi entrar na causa dos alimentos que são deixados de lado, desencorajados e banidos dos pratos, ao menos pelas pessoas nas quais convivo. Antes de saber que havia sido feito um filme baseado no livro, me vi rindo com a mania de Julie Powell implicar com os alimentos desde criança, em especial com o pobre Ovo sendo relatado no Julia & Julie. Para quem nem ouviu falar segue o trailer do filme:



Isso tudo porque já ouvi gente reclamando do pimentão, da abóbora, da azeitona, dos verdinhos, da ervilha, etc. Tá certo! Afinal o que seria da laranja se todo mundo só gostasse de limão? E por falar em laranja: Eu devo admitir que odeio pele de tomate, nata de leite ou gominhos de laranja. Quem teve a idéia desgraçada de colocar gominhos em suco de caixa? Não deve ser uma pessoa muito bacana...

Resolvi mostrar aqui pelo menos uma tentativa de salvar estes ingredientes do “exílio culinário” onde a melhor tática é jogá-los no fundo da gaveta de legumes e verduras da geladeira e cobrir com todo o resto das compras e só lembrar quando a gaveta vazia revela o coitado pra lá de morto...

Nº1: O danado do Pimentão…

Uma coisa que às vezes sinto falta do temperinho de mama é o danado do pimentão. Porém enquanto estava no nordeste nada me afligia mais que o tamanho em que os temperos eram cortados. Na boa, diversos lugares dos quais eu fui me atrever a comer peixe, ou frutos do mar, seria mais prático deixar os temperos inteiros, como 1 pimentão, 1 tomate e 1 cebola ali reunidos e inteiros e me olhando. Lembrei-me dos meus 6 anos de idade em que separava a comida toda no canto do prato e deixava 1 grão de arroz no centro para chamá-lo de refeição.

Há um tempo atrás vi esta receita de antipasto do
Vitor e achei engraçado ele falando da sujeira que fez para tirar a pele do pimentão que é a maior causa do desconforto ao digeri-lo. Semana passada, repeti o processo para fazer uma salada e não é que o pimentão ficou inacreditalmente doce? Nem me lembrei dele ao longo do dia!

Essa semana tentei outra técnica para despelar o pimentão. Coloquei sobre a grade do forno, já quente, e debaixo da grade, um tabuleiro para colher algum líquido que caisse. Retirei do forno depois de rodá-lo para que ficasse amarronzado por igual. Coloquei dentro de um saco plástico com vedante (é... Ziploc) por uns 15 minutos. A pele sai quase toda de uma vez; Abri os pimentões, tirei as sementes brancas e a parte esbranquiçada do interior do pimentão. Não lavei para não perder o sabor. E mesmo assim o sabor ficou suave perto do original porém não tão adocicado qdo se coloca direto na chama. A Salada ficou ótima!

Salada de macarrão com brocolis assado e pimentão:



1 maço de brócolis (devidamente higienizado e com as florzinhas com caule cortados no tamanho que consiga comer facilmente)

1 pimentão vermelho assado cortado em tirinhas

Azeite de oliva (eu usei 1/4 de xícara)

2 dentes de alho amassado

Sal, pimenta e oregano a gosto.

1 xic de massa crua (farfalle, fusilli, penne).

1c. sopa de suco de limão

1/4 xic de azeitona preta


Nozes picadas, amêndoas fatiadas (opcional)

Como a gente faz lá em casa:

Em um tabuleiro, coloque o alho amassado, o azeite, o sal, a pimenta e o óregano. Arrume o brócolis e o pimentão em cima da mistura do azeite e misture até que todos os pedaçoes estejam devidamente cobertos com o molho. Asse até o brócolis ficar com o verde vivo e de textura crocante.

Enquanto assa, cozinhe a massa de acordo com as instruções do fabricante. Escorra e salve meia-xícara da agua de cozimento caso o brocolis fique muito ressecado.

Misture a massa, a azeitona e as nozes aos vegetais, regue a agua do cozimento caso fique ressecado e sirva morna ou gelada, como preferir.

P.S>Não esqueci do Triffle não... É que meu estoque de creme de leite fresco foi por água abaixo...



quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O dia em que Rachel vai para cozinha...

Que eu sou apaixonada por Friends todo mundo sabe. O nome da Phoebe é Phoebe por causa da Phoebe!!! Para mim ela é a Amiga mais legal de todas... Semana passada com a suspeita da gripe dos porquinhos e muita chuva, não havia nada mais acolhedor que meu sofa com minha coberta e Friends.

Essa série na minha opinião algum dia vai se tornar um clássico, tipo I love Lucy, Os 3 patetas e A feiticeira.

Amo os seis como se fossem meus amigos e lembro que noite de terça-feira chegava correndo da Uff para ver os episódios que eram naquela época inéditos, tsc, tsc... O que mais me impressiona na série é porque as coisas que acontecem pelo menos na minha vida, me remetem a algum episódio ou até mesmo um pedacinho dele. Sempre fiquei de olho nas batedeiras da Monica (kitchenaids), e a última lembrança são os tais dos triffles.

Já peguei diversas receitas de Triffles (sobremesas que lembram pavê, só que ao invés de biscoitos geralmente são fatias de bolo intercaladas) e estou determinada a testar uma delas este final de semana. Só que sempre que penso na danada da sobremesa lembro desse episódio do Dia de Ação de Graças (que com eles todo ano dá errado) em que a Rachel decide fazer o tal do triffle.

Pena que não tem legenda...



Para quem não pescou: Ela faz uma camada de ladyfingers (biscoito champanhe), geléia, creme, bife com cebola e ervilha, mais bolo, creme, banana e chantily. Disse que a receita pareceu esquisita mas como é um "English triffle" e os ingleses são meio esquisitos daria certo. Só que o Ross vê que as folhas estavam coladas! Era a receita da sobremesa e de uma torta de carne em seguida...

Vou testar esse fds e espero que seja mais bem sucedida!

Friends para sempre...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Não chegou nem meu inferno astral...

Sabem aqueles dias que até a coisa que vc mais gosta de fazer não dá certo? Pois é, eles parecem que para mim são semanais. Hoje por exemplo, esqueci todo o dinheiro que tinha sacado no bolso da calça junto com o cartão sem poder sacar mais. O marido foi para o trabalho mais cedo e deixei minha chave dentro da mochila que ele levou, e estaria escrevendo este post de casa se não fosse a cópia de chave extra (esquecida) da porta da cozinha...

Esqueci o óculos e que hoje não me vejo mais sem, além de ter sentido uma terrível-diferente dor de estomago nesta madrugada por conta da mania de tomar remédio sem água e já deitada (!!!)

Consegui o inacreditável de fatiar em pequenas tiras a minha régua de aço que me acompanha desde a época das aulas de design e to contando com uma chuva no fim da tarde sem guarda-chuva. Aff!

Enfim semana passada prevendo que algo estava errado comigo, propus ao marido um desafio: Enviaria a receita para ele por email e tendo certeza de que todos os ingredientes estavam disponíveis, ele chegando primeiro em casa se danaria a fazer o tal prato.

Resumindo: Ficou muito, mas muito bom! Não que eu não esperasse algo bem gostoso, mas devo admitir que não esperava algo exatamente no ponto, perfeito! Eu para completar fiquei encarregada do arroz de saquinho que consegui salgar e de finalizar o picadinho que também ficou salgado...

Descobri mais uma vez que não se deve forçar a natureza nem mudar o rumo dela a seu favor... Maridão 1 X 0

Batatas gratinadas (site da Nestlè):

1 kg de batata
1 copo de requeijão
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
1 xícara (chá) de leite
meia lata de creme de leite
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de pimenta-do-reino
1 dente de alho
250 g de mussarela , ralada
manteiga para untar

Como a gente faz lá em casa:

Lave as batatas e cozinhe-as cobertas com água até ficarem bem macias. Enquanto as batatas cozinham, coloque em uma panela o Requeijão, o parmesão, o leite, o creme de leite e leve ao fogo baixo até iniciar fervura e ficar homogêneo. Adicione a noz-moscada e a pimenta do reino, misture e reserve. Corte o alho ao meio e esfregue cada metade no fundo de um recipiente refratário (20 x 30cm) e unte com manteiga. Verifique se as batatas estão cozidas, escorra-as, retire a pele, corte-as em rodelas. Arrume as batatas no recipiente refratário e cubra-as com a mussarela e o molho de requeijão. Leve ao forno médio-alto (200°C) pré-aquecido, por cerca de 30 minutos, até que a superfície fique gratinada. Sirva a seguir.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Gente,

Desculpe o intervalo entre posts, mas é que minha vida andou uma correria só, no último mês.

Mudei-me mais uma vez, e voltei para Copa, meu bairro querido. Com isso ganho de volta 3h da minha vida por dia, não corro do meu chefe às 4:30 com medo de não chegar em casa no mesmo dia, nem de passar em meio a relâmpagos no elevado do Joá. Deus sabe como tenho pânico de relâmpagos...

Da Barra, só ficaram lembranças boas, o pôr-do-sol lilás e a vista... Ah, a vista era algo singular... Mesmo entre os prédios eu conseguia ver da cozinha, a espuma branca das ondas, que para mim eram gigantescas, que quebravam próximas à orla. Melhor que qualquer calmante a vista era um santo remédio para dias depois do trabalho em horário de verão. A Barra no final de semana com certeza é o melhor lugar para se morar.

Phoebe está perdida e realmente depois da segunda mudança, entendo a expressão “Mais perdido que cachorro em dia de mudança”. Mesmo já há uma semana na sua nova residência, a “cãozinha” (aiii sei q está errado, mas eu a chamo assim) está latindo mais do que o normal, qdo chegamos a casa ela chora mais que o normal e fez greve de beijo. Não lambe ninguém e vc que se sente para esperar! Abraço só na mãe aqui... Sim, porque schnauzer abraça!

Se já estreei o fogão? Só para coisas básicas, além disso, só me atrevi a fazer o bolo de tangerina que vi no site da Ana Elisa porque eu tinha algumas em casa. Ficou bom, e teria ficado ótimo se não tivesse deixado um cadinho demais no forno. Mistura rica de amêndoa com tangerina e nossa é muito, mas muito fofo. Como ela fala: "Ótima opção de receita sem farinha"

Espero que vocês entendam o apagão de posts, mas em breve estarei de férias e experimentando coisas novas... Mando fotos!

Beijos
Lu