sexta-feira, 5 de junho de 2009

Gente,

Desculpe o intervalo entre posts, mas é que minha vida andou uma correria só, no último mês.

Mudei-me mais uma vez, e voltei para Copa, meu bairro querido. Com isso ganho de volta 3h da minha vida por dia, não corro do meu chefe às 4:30 com medo de não chegar em casa no mesmo dia, nem de passar em meio a relâmpagos no elevado do Joá. Deus sabe como tenho pânico de relâmpagos...

Da Barra, só ficaram lembranças boas, o pôr-do-sol lilás e a vista... Ah, a vista era algo singular... Mesmo entre os prédios eu conseguia ver da cozinha, a espuma branca das ondas, que para mim eram gigantescas, que quebravam próximas à orla. Melhor que qualquer calmante a vista era um santo remédio para dias depois do trabalho em horário de verão. A Barra no final de semana com certeza é o melhor lugar para se morar.

Phoebe está perdida e realmente depois da segunda mudança, entendo a expressão “Mais perdido que cachorro em dia de mudança”. Mesmo já há uma semana na sua nova residência, a “cãozinha” (aiii sei q está errado, mas eu a chamo assim) está latindo mais do que o normal, qdo chegamos a casa ela chora mais que o normal e fez greve de beijo. Não lambe ninguém e vc que se sente para esperar! Abraço só na mãe aqui... Sim, porque schnauzer abraça!

Se já estreei o fogão? Só para coisas básicas, além disso, só me atrevi a fazer o bolo de tangerina que vi no site da Ana Elisa porque eu tinha algumas em casa. Ficou bom, e teria ficado ótimo se não tivesse deixado um cadinho demais no forno. Mistura rica de amêndoa com tangerina e nossa é muito, mas muito fofo. Como ela fala: "Ótima opção de receita sem farinha"

Espero que vocês entendam o apagão de posts, mas em breve estarei de férias e experimentando coisas novas... Mando fotos!

Beijos
Lu

terça-feira, 26 de maio de 2009

Sandubaaaaaaaa


Receitinha básica de sanduba, muito mas muito saborosa!

1 1/2 colher de sopa de azeite
Fatias fininhas da metade de uma cebola roxa
3 1/2 col. De sopa de vinagre
Folhas de rúcula
3/4 xic. de maionese
Fatias de pão integral, ou 12 grãos, ou o que preferir
Fatias finas de peito de peru defumado
3/4 xic, de gorgonzola amassadinho

Frite a cebola no azeite e antes de dourar e regue o vinagre para macerar a cebola. Quando estiver dourada e macia apague o fogo.
Junte o gorgonzola amassado e a maionese e reserve
Higienize as folhas de rúcula como preferir e depois seque bem.


Monte o sanduíche:


Toste o pão com ajuda de um grill, forno elétrico ou até mesmo uma torradeira.

Passe a pasta de gorgonzola nas duas fatias, arrume folhas de rúcula dos dois lados e em seguida a cebola e bastante peito de peru.
Bom apetite!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Receitinha fácil de avó

Eu fico tão feliz quando aproveito sobrinhas da geladeira! Dá uma sensação de eficiência, e o orçamento doméstico agradece.

Todo mundo já ouviu falar de arroz de forno, e cada um tem sua versão, a que o marido está acostumado é meio inusitada então resolvi fazer a que é bem comum na minha família e que já vi minhas avós, tias e a mami fazerem. Ótima para aquele período de festa entre Natal e Ano Novo porque sempre tem algum tipo de ave assada que sobra e fica lá esquecida no freezer ou na geladeira...

Como a gente faz lá em casa:

Frango, peru ou chester desfiado. Para 4 porções eu usei um peito de frango assado.
2 xícaras de arroz cozido (pode ser integral)
1 lata de milho
1/2 xíc. de azeitona
1/2 xíc. de ervilha (eu usei congelada, porém pode ser de lata)
1/2 xíc. de molho de tomate temperado
1 cubo de caldo de galinha
Queijo parmesão ralado na hora
farinha de rosca se necessário

Coloque em uma panela um fio de azeite, o frango desfiado, o milho, a azeitona e misture bem em fogo baixo. Adicione o molho de tomate e por último a ervilha congelada para que não cozinhe demais. Um pouco antes de desligar o fogo adicione o arroz já cozido, misture bem e apague. Coloque a mistura em um refratário com azeite, ou manteiga e por cima coloque o queijo parmesão e se a mistura ficar muito molhada, misture um pouco de farinha de rosca com o queijo para que depois de assado faça uma casquinha crocante por cima.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Comfort Food nº2

Não há nada mais reconfortante às vezes que um purê de batata de acompanhamento. Eu gosto tanto que para mim passa a ser prato principal.


Semana passada enquanto estava em casa me joguei no sofá e absorvi todos os programas de culinária que pude e revi Curtis Stone, um chef australiano boa pinta que aborda  mulheres geralmente casadas para preparar o jantar para ela e o marido na casa dela. E isso com o purê?

Bem, vamos as batatas... Ele, em um das dezenas de episódio que assisti preparou um purê com alho para acompanhar um peixe. Eu como tinha bastante batata em casa fiz. E vi que realmente fica muito saboroso...

Purê de batata do Curtis (adaptado):

6 batatas inglesas médias
2 dentes de alho
manteiga 
creme de leite 
sal a gosto

Cozinhe as batatas normalmente como se fosse fazer os eu purê. Em outra panela pequena coloque os dois dentes de alho descacados, adicione uma xicara de agua, e ferva e escorra. Faça isso outras duas vezes para que fique bem macio. Escorra a agua das batatas cozidas e passe pelo espremedor, ou como eu fiz, bata no processador com um pouco da agua do cozimento e os dentes de alho junto. Volte para a panela e coloque a manteiga e meia caixinha de creme de leite. Sirva com peixe, ou frango, ou coma puro, como eu fiz! Sabe a sensação de calmaria no estômago quentinho. Pois é exatamente disso que se trata...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Comfy food 1


Ah o danado do souflè!

Uma coisa que eu sempre gostei é souflè. Minha mãe faz sempre e é tudibão! Ótimo jeito de salvar legumes e verduras; Foi uma das maneiras mais fáceis de enganar o marido e camuflar os verdinhos... E uma amiga querida deu um grande impulso na minha iniciação culinária como casada. Na época da festa, mandei os convites com uma folhinha para cada amiga me trazer preenchida com suas receitas favoritas, ela superou e mandou um caderno, com várias receitas escritas à mão! Foi ela que me ensinou o souflè de bacalhau. Vou trazer mais um post com uma variação do tema.


Souflè de cenoura


4 cenouras médias
1 cubo de caldo de galinha, ou o caldo feito em casa mesmo
1 cebola pequena
3 col. sopa de sopa de manteiga ou azeite + para untar o refratário
3 col. sopa de farinha de trigo bem cheias
leite
3 ovos
queijo parmesão ralado
sal e pimenta a gosto


Como a gente faz lá em casa:


Cozinhe a cenoura normalmente junto com o caldo de galinha. Escorra e reserve.
Frite a cebola picadinha na manteiga e adicione a farinha até virar uma bolinha pelotuda. Vá adicionando leite, até virar um creme espesso, bem grossinho...

Adicione a cenoura cozida, parmesão, sal e pimenta a gosto e por ultimo as gemas. Ficará um creme amarelinho com cenouras.

Bata as claras em neve e incorpore à mistura. Não mexa muito para que o suflè fique bem fofo e a clara deixe-o aerado.

Coloque a mistura num refratário untado normalmente e salpique um pouco de queijo no fundo também... Asse em forno médio até ficar dourado em cima e o garfo saia limpinho quando fura.


Esse exite variação: A Tiça capricha no parmesão e ainda coloca uma lata de milho verde. Você pode substituir a cenoura por chuchu ou espinafre cozido. O método é o mesmo.


Viu, Arthur, voltei com a (minha) comfy food!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Deixando a vergonha de lado...


Cara de pau por ter nem deixado um "Feliz Páscoa" em tempo. A gente perde a noção do tempo mas não perde a piada. Uma das favoritas da Manu para esta época...


Beijo a todos e boa

Páscoa quase nada atrasada

sexta-feira, 27 de março de 2009

Em busca da nossa comfy food. Qual é a sua?

Sabe aquela sensação boa enquanto se come ou assim que acaba de se deliciar com algo? Pois é. O pessoal lá fora saiu na nossa frente e deram um nome para isso: Comfort Food, carinhosamente chamada de comfy food.

Comfort Food nada mais é que aqueles pratos que lhe são familiares, geralmente feitos em casa ou servido em restaurantes simples. Para a Ale Bianco do Comidinhas é sopa de feijão com massinha (ave maria, ou qualquer macarrão pequeno). Ela acha que a vó dela foi quem criou a danada da Comfy food. Devo admitir que também acho que minha avó foi uma grande incentivadora para esta tendência. E quem nunca comeu macarrão com caldo de feijão e azeite?

NÃO??? Então você não sabe o que está perdendo...

Como esta semana foi meio tumultuada, eu finalmente vou ter que tomar jeito se não quiser passar mais noites em hospital. Obrigada Mami pelo monitoramento e aos sogros, docinhos, que ficaram lá até eu sair!

Eu literalmente privada de guloseimas, fiquei pensando sobre todas as coisas que me dão uma sensação boa depois de comer, aquela que te faz fechar os olhos e lembrar de coisas boas.
Enfim, lembrei de:
  1. hagen daaz de cheesecake de morango vendo Friends,
  2. pão quente com manteiga e bem acompanhado de um café com leite morninho no início da noite com o marido do lado.
  3. Lembrei também do bobó de camarão do Mangue Seco na medida certa da minha pança às sextas-feiras com o pessoal do trabalho e vem acompanhado do pingo no i: uma pequena amostra de pudim de leite que o Arthur cisma que é trema porque tem que ser no mínimo dois.
  4. O picadinho e o suflê da minha mãe.


Vou colocar aqui algumas das minhas comfy foods que me faz não querer sair do lado até acabar e quando isso acontece querer chorar porque acabou. Porque sim, comida na minha família é assunto sério. Tão sério que é caso de hospital.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Parenteses

Estava planejando para semana que vem uma seleção de receitas que pesquei nos blogs que eu mais amo. Vocês podem vê-los na minha lista de links que não vivo sem. Mas tive uma surpresa muito legal ontem! Estava eu mandando um e-mail para inserir este humilde blog na ferramenta de busca de blogs culinários e eis que ninguém menos que Fer Guimarães Rosa (Chucrute com salsicha) responde a minha nota! Ai gente, deu vontade de gritar. E os dedinhos que teclam agora tremiam quando respondi dizendo que ela tinha feito o meu dia mais florido...

Eu vou explicar porque:

É engraçada a sensação quando você acompanha um blog quase que diariamente e você esquece que as pessoas do lado de lá também são: PESSOAS.
Eu adoro as fotos dela, torci muito na época da eleição do Obama (como todo o resto do mundo) junto aos seus textos, achei estranho quando vi algo crescer na espiga de milho...

Enfim quando eu alcançar a maturidade blogeira, quero ser igualzinha.

Semana que vem receitas dos blogs...

segunda-feira, 9 de março de 2009

Opa!!! Alcancei o Romário!

A todos os visitantes, tímidos ou não. Agradeço por terem visitado o site até alcançarmos as 1.000 visitas em 6 meses!

Muitos Beijos!

Mais Martha...


Frango crocante com geléia de damasco

3 colheres de azeite mais para untar refratário
4 fatias de pão multicereais
4 colheres de geléia de damasco caprichadas.
8 filets de frango
sal, limão e pimenta para temperar o frango a gosto.

Como a gente faz lá em casa:

Pegue o frango e tempere com o sal, limão e pimenta, reserve. No processador/liquidificador, parta as fatias de pão com a mão e pulse até triturar em pedaços não muito pequenos. Adicione o azeite e pulse até ficar com uma aparência de areia molhada (metáfora da querida Nigella).Unte o refratário com azeite e acomode os pedaços de frango no pirex. Distribua a geléia de damasco na superfície do frango e por último cubra todo com o farelo de pão.

Asse em forno médio por 30 minutos, ou até ficar dourado.


Quiche de brócolis sem massa

Manteiga para o ramekin
Sal
1 pacote de brócolis congelado
5 ovos
1 cx. de creme de leite
pimenta moída
1/4 c. de chá de noz moscada
1 xíc. queijo gruyere e/ou ementhal/cheddar/gouda  ralado grosso (testei um de cada vez).

Como a gente faz lá em casa:

Unte o ramekin. Cozinhe o brócolis de acordo com as instruções da embalagem. Escorra e espere esfriar. 
Misture os outros ingredientes em uma tigela e por último adicione o brócolis. Coloque a massa no ramekin untado e asse até ficar dourado por volta de 35 a 40 minutos.

Essas duas receitas juntas fazem uma refeição bem legal.